Há portas que queremos atravessar mas não temos a chave para as destrancar...
Outras há que não sabemos se devemos abrir...mesmo que estejam apenas no trinco...
E fica-se à porta, num vaivem de emoções, com o receio de a desilusão ser maior que a surpresa! E valerá o risco?
Porque abrir portas e deitar a chave fora é arte que não me acontece... Fechá-las e livrar-me de qualquer hipótese de as abrir novamente, faz parte de mim, assim como arrombá-las se for isso que me faz feliz...
Por vezes precisava de um sino em cada porta, uma espécie de aviso, para saber se do outro lado alguém me espera... Para evitar ficar eu em espera no corredor da vida no meu vaivém movido a energia de emoções!

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