"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que nem eu mesma compreendo..." By Florbela Espanca
Once upon a time, there was this girl whose dreams were taken nearly under her nose... What no one knew, not even she, life had given her wings since she was born... Curiously she only found out how to use them after that! Since then...she promised to herself to follow the dreams wherever her wings let her to! So that's my spot!
Monday, 25 April 2016
Dreaming will always be true...
A vida é ou pode ser aquilo que sonhamos, imaginamos... O que sonhamos, se lutarmos, poderá concretizar-se! Se assim não for, então, inventa-se uma vida... O fingir não será nunca em prol de uma verdade...
Sunday, 17 April 2016
Monday, 11 April 2016
Saturday, 9 April 2016
Be you...
Não sejas menos do que és...do que podes ser...
Tens que ser feliz! Não sendo feliz não és mais tu...
Tens que ser feliz! Não sendo feliz não és mais tu...
Thursday, 7 April 2016
Sunday, 3 April 2016
The next step...
Mudar de país é realmente um grande desafio.
Afastarmo-nos do ninho, da zona de conforto, de tudo aquilo que se está habituado, seja pela rotina, seja pelo amor que se tem ao que nos liga, gera muitas vezes angústia e uma saudade que não consigo transmitir em palavras.
Mas a mudança faz-se necessária a vários níveis. O meu principal motivo foi, como já tive várias oportunidades de o referir, a carreira; o querer aprender mais e evoluir. O início trazia todos os dias um nervoso miudinho que só me deixava descansar quando regressava a casa, para logo voltar no turno seguinte. O contacto diário com novas pessoas no emprego (todas, sem excepção), o cruzar-me com outras culturas, a língua inglesa (à qual não estava desprendida, mas ainda assim, muitas vezes difícil de compreender), a nova realidade de trabalho... Tudo isso me exigiu um esforço duplo a cada dia que ia para o hospital. Verdade é certa que tive um suporte essencial na minha adaptação à nova vida. A família que me acolheu nos primeiros cinco meses de Londres não podia ter sido melhor colo.
No entanto, olhando agora para trás, consigo ver que sou mais capaz do que imagino à partida. E terá de ser com base nisto que enfrento a próxima etapa.
Estou na faculdade e o curso que estou a frequentar está na fase final. Neste momento sinto-me como quando comecei os dias londrinos. Parece que não sei nada quando se trata de por em papel o que já faz parte do meu conhecimento na minha língua mãe. Mas como eu acredito em energias que nos rodeiam, bem como no facto de existir algo que está acima da nossa vontade que assume grande parte do que acontece no universo, tenho a crença de que certas pessoas se cruzam no meu caminho por alguma razão. Ainda que me sinta com aquele nervoso à flor da pele, há ajudas que chegam na altura certa. Assim como há pessoas que sem nos conhecerem por inteiro, acreditam na nossa capacidade de chegar onde nos propusemos inicialmente e só por isso nos influenciam positivamente. E por isso, sinto-me agradecida! A primavera está a demorar a chegar (já passou, mas foi para algum sítio que ninguém sabe onde), mas eu sinto que o sol brilha e as nuvens estão apenas de passagem!
Afastarmo-nos do ninho, da zona de conforto, de tudo aquilo que se está habituado, seja pela rotina, seja pelo amor que se tem ao que nos liga, gera muitas vezes angústia e uma saudade que não consigo transmitir em palavras.
Mas a mudança faz-se necessária a vários níveis. O meu principal motivo foi, como já tive várias oportunidades de o referir, a carreira; o querer aprender mais e evoluir. O início trazia todos os dias um nervoso miudinho que só me deixava descansar quando regressava a casa, para logo voltar no turno seguinte. O contacto diário com novas pessoas no emprego (todas, sem excepção), o cruzar-me com outras culturas, a língua inglesa (à qual não estava desprendida, mas ainda assim, muitas vezes difícil de compreender), a nova realidade de trabalho... Tudo isso me exigiu um esforço duplo a cada dia que ia para o hospital. Verdade é certa que tive um suporte essencial na minha adaptação à nova vida. A família que me acolheu nos primeiros cinco meses de Londres não podia ter sido melhor colo.
No entanto, olhando agora para trás, consigo ver que sou mais capaz do que imagino à partida. E terá de ser com base nisto que enfrento a próxima etapa.
Estou na faculdade e o curso que estou a frequentar está na fase final. Neste momento sinto-me como quando comecei os dias londrinos. Parece que não sei nada quando se trata de por em papel o que já faz parte do meu conhecimento na minha língua mãe. Mas como eu acredito em energias que nos rodeiam, bem como no facto de existir algo que está acima da nossa vontade que assume grande parte do que acontece no universo, tenho a crença de que certas pessoas se cruzam no meu caminho por alguma razão. Ainda que me sinta com aquele nervoso à flor da pele, há ajudas que chegam na altura certa. Assim como há pessoas que sem nos conhecerem por inteiro, acreditam na nossa capacidade de chegar onde nos propusemos inicialmente e só por isso nos influenciam positivamente. E por isso, sinto-me agradecida! A primavera está a demorar a chegar (já passou, mas foi para algum sítio que ninguém sabe onde), mas eu sinto que o sol brilha e as nuvens estão apenas de passagem!
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